Monthly Archives: Abril 2013

Ajudar com um pequeno novo hábito ao fazer o seu IRS

Sabia que quando faz o seu IRS pode optar por 0,5% ir directamente para uma instituição de solidariedade social?

Quando no anexo H, no quadro 9, não preenche o NIPC da instituição que pretende apoiar, o Estado é que vai decidir para onde irá aplicar essa parte do dinheiro de acordo com a legislação em vigor. Assim está na sua mão decidir se quer que esses 0,5% seja o Estado a decidir ou você a ajudar uma instituição.

No Portal das Finanças pode encontrar uma lista com mais de 1700 entidades, escolha a que pretende ajudar.

Adquira este novo hábito, ajude uma instituição de solidariedade ao canalizar parte do seu IRS, em vez de ir directo para os cofres do Estado.

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fontes:

http://www.cm-cascais.pt/noticia/05-do-irs-pode-ser-consignado-favor-de-uma-instituicao-de-solidariedade-social

http://www.publico.pt/economia/noticia/instituicoes-receberam-17-milhoes-de-irs-em-tres-anos-1590176

http://www.publico.pt/economia/noticia/instituicoes-sociais-ja-receberam-71-milhoes-de-euros-dos-portugueses-via-irs-mota-soares-1590004

fonte da imagem:

http://www.cm-cascais.pt/noticia/05-do-irs-pode-ser-consignado-favor-de-uma-instituicao-de-solidariedade-social

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Um raio de sol pode ser ‘fatal’

Este post pretende alertar as pessoas para terem em atenção a sua saúde e bem-estar, daí o título alarmista.

Antes de entrar pela parte da radiação ultravioleta e os possíveis danos na saúde, vou falar um pouco da camada do ozono (sim, porque quando nós prejudicamos o funcionamento da natureza prejudicamos todos os seres vivos do planeta).

Existem dois locais onde podemos encontrar o ozono. Na troposfera onde ele é um poluente tóxico e pode causar graves problemas à saúde humana, este origina das emissões de gases de industrias, de escapes de automóveis  de fotocopiadoras, entre outros. E temos o ozono da estratosfera, onde se encontra a dita camada de ozono, é ela quem absorve grande parte das radiações ultravioletas protegendo a vida na Terra. É o ozono estratosférico que  nos interessa neste post. Este pode ser decomposto por várias reacções catalíticas quer naturais (emissão de grandes quantidades de partículas finas e aerossóis de ácido sulfúrico dos vulcões, as PSCs), quer antrópicas (sobretudo a emissão de CFC’s, actualmente já banidos mas que continuam a ter efeitos na deplecção da camada do ozono). Quando o ozono é decomposto a uma velocidade maior do que à que se forma (devido à introdução de poluentes quer naturais quer antrópicos), não consegue cumprir a sua função de absorver os UV, deixando-os assim chegar até nós.

Existe três tipos de radiação ultravioleta: UV-C, UV-B e UV-A. Em condições normais a camada do ozono absorve 100% da radiação UV-C (que é letal), 95% da radiação UV-B e 50% da radiacção UV-A (há-de observar que nos protectores solares costuma-se ler que protege UV-A e UV-B). Quando a camada do ozono é decomposta uma pequena percentagem de radiações UV atingem a superfície terrestre causando estragos a vários níveis, são eles:

  • Desequilíbrios no clima, influenciando o aumento da temperatura na camada inferior da atmosfera, portanto é um dos contributos para as alterações climáticas
  • Afecta os ecossistemas aquáticos, a intensificação das radiações UV interferem no crescimento, na fotossíntese e na reprodução do plâncton, estas plantas e animais microscópicos que se encontram na base das cadeias alimentares, são responsáveis por grande parte da produção de oxigénio do planeta, e por sua vez pela absorção do dióxido de carbono, ajudando a Terra no combate ao aquecimento global.
  • Consequências na produção agrícola que levam à redução de produtos alimentares, pois as radiações UV podem afectar todo o processo fotossintético,  ocorrendo assim um atraso no crescimento da planta, danos causados a nível das folhas e sementes levando o vegetal a ficar mais exposto ao ataque de pragas.
  • Degradação dos materiais utilizados na construção
  • Consequências ao nível da saúde como destruição de proteínas e do ADN, provocando cancros de pele, cataratas e alterações no sistema imunitário.

Como é importante que o publico em geral tenha informação sobre a radiação UV e sobre os possíveis danos, a comunidade cientifica definiu um parâmetro onde indica a exposição a esta radiação. Este parâmetro é o IUV – Índice UV que pode encontrar no site do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. No mesmo site pode encontrar os cuidados a ter.

É importante referir que em quantidades adequadas (muito pequenas), as radiações ultravioletas são úteis à vida, contribuindo para a produção da vitamina D, indispensável ao normal desenvolvimento dos ossos.

Resumindo, um raio de sol pode ser ‘fatal’ se os níveis de ozono estiverem baixo e portanto os níveis de UV estarão altos, ai tome as devidas precauções!

Adquira, este novo hábito, antes de se expor ao sol perca uns segundos a ver qual o IUV para esse dia e proteja-se adequadamente!

Para hoje tem na imagem que se segue:

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fontes:

conhecimentos adquiridos

http://www.ipma.pt/pt/enciclopedia/amb.atmosfera/uv/index.html?page=cuidados_ter.xml

http://www.ipma.pt/pt/enciclopedia/amb.atmosfera/uv/index.html?page=cuidados_ter.xml

fonte imagem: http://www.ipma.pt

Economia e Ambiente

Alguma vez pensou como a Economia pode resolver os problemas ambientais?

Na realidade, os problemas ambientais existem devido a falhas de mercado. Para entenderem melhor vou vos dar um exemplo:

Os economistas ambientais interessam-se pelas questões ambientais e analisam-nas, assim a poluição que surge muitas vezes na produção ou consumo de um bem ou serviço é um bom exemplo. Esta, a poluição ambiental, é algo negativo externo ao mercado, isto é, não passa pelo mercado e dessa forma não tem um valor económico. Isto trata-se de uma falha de mercado, pois se a poluição ambiental não for externa ao mercado o seu custo de produção excederia o valor do consumidor e nenhum bem ou serviço teria sentido de ser produzido. Mas se a poluição for externa ao mercado, então demasiados poluentes serão gerados… Isto é um absurdo! A falhas de mercado como estas dá-se o nome de externalidades negativas.

Para resolver questões como estas, existe a economia do ambiente. Esta pode contribuir gerando e aplicando mecanismos que possibilitem a internalização das externalidades. Neste caso, os custos da poluição são incorporados no mercado através da introdução do princípio do poluidor-pagador. Assim, a economia do ambiente contribui na implementação de mecanismos para alterar o comportamento dos agentes na sua relação com o ambiente, isto é, contribui na formulação e implementação da política de ambiente, e deste modo ajuda a resolver os problemas ambientais.

Adquira este novo hábito, procure entender como o mundo à sua volta funciona 🙂

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fonte: conhecimentos adquiridos

fonte imagem: images.google.com