Monthly Archives: Julho 2013

Minimalismo, um estilo de vida

Esta semana este é um post diferente dos habituais.

Hoje quero partilhar convosco um blog que encontrei por acaso, mas que fala de um conceito (que eu desconhecia) que me interessou e que achei que faz todo o sentido partilhar convosco, uma vez que vai ao encontro de um dos objectivos deste blog, a batalha por adquirir novos hábitos, hábitos mais sustentáveis e saudáveis, quer para a nossa saúde, quer para um Mundo melhor.

O ‘The Busy Woman and Strip Cat‘ menciona o conceito minimalista e no blog podemos encontrar várias dicas/sugestões sobre este estilo de vida, que segundo a Rita (autora do blog referido) define-se como “uma vida desprovida de coisas desnecessárias e de excessos, que se foca no que é realmente importante de modo a alcançar a felicidade e a liberdade. Numa frase, minimalismo é identificar o essencial e eliminar o resto.”

Este conceito, estilo de vida, que nos leva a dispensar

 o excesso de

supérfluos e a focarmo-nos naquilo que é importante na vida, de modo a encontrarmos felicidade, realização e liberdade, é um óptimo ponto de vista e modo de encarar a vida, principalmente numa época cada vez mais consumista e onde cada vez mais algumas pessoas se perdem e se esquecem de que a nossa essência não se define pelos bens que temos, mas sim pelo que somos, pela qualidade do nosso estado de espirito.

 Adquira este novo hábito, adquira um modo de vida mais Minimalista!

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fonte da imagem: http://busywomanstripycat.blogspot.pt/ – blog citado neste post

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Porque não Recuperar, Reciclando e Reutilizando, para assim Reduzir?

Hoje trago-vos mais um trabalho manual!

Desta vez trata-se de uma mala que tinha a alça já danificada, mas de resto está em óptimo estado. Então pus mãos à obra e procurei restos de tecidos que tinha lá por casa que ficassem bem com a mala. Algo bastante simples e que podem ver o resultado abaixo 🙂

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Assim, Reciclei, Reutilizei, Recuperei, ainda Reduzi o desperdício/lixo, e melhor que tudo, “ganhei uma mala nova” =P

Adquira este novo hábito, aplique a politica dos 4R’s!

Não faça da sua sanita um caixote de lixo

Um dos meus primeiros post’s foi alertar para o não colocar cotonetes pela sanita e dando uma leves luzes do funcionamento de uma ETAR, nesse mesmo post, referia também como as nossas acções recebem sempre uma resposta. Pode reler esse post aqui.

Hoje venho alertar de novo que a sanita não é um recipiente para colocarmos os nossos resíduos. Isto porque, no outro dia, uma senhora comentava comigo “Ah, desde que descobri que dar os medicamentos à farmácia é tudo um negócio para África, passei a deitar todos os meus medicamentos pela sanita”, foi então que informei a senhora que não o devia fazer, uma vez que ao deitar os medicamentos pela sanita estes dissolviam-se na água e, consequentemente, teriam efeitos na Natureza.

Para exemplificar, temos o caso de peixes machos com gónadas feminina, isto é, dentro dos órgãos sexuais masculinos desenvolveram-se órgãos sexuais femininos. Este acontecimento está relacionado com o facto da população feminina consumir a pílula, constituída por  hormonas femininas, e aquando das suas necessidades fisiológicas estas hormonas são excretadas. Se na ETAR não houver tratamento destes desreguladores endócrinos então estes terão o seu efeito na Natureza, neste caso, os peixes macho passam a ter gónadas femininas (se quiser saber mais e melhor sobre este caso exemplificativo veja aqui). Com outros medicamentos que não envolvam estas hormonas irão ocorrer outras reacções, consequentemente, não só afecta as outras espécies, como nos poderá afectar a nós se consumirmos estes peixes, ou outro animal afectado. É muito importante, que em cada acção nossa, não esqueçamos que tudo tem uma resposta, e por isso devemos ter acções o mais conscientes possíveis.

A senhora ficou muito admirada ao ter a noção deste seu acto e questionou-me “Mas se eu colocar no caixote de lixo ainda alguém os toma, ou até mesmo um animal”, eu sugeri a senhora “se não quer mesmo entrega-los na farmácia talvez, colocar no lixo de forma menos acessível, quer para as pessoas, quer para os animais, por exemplo, dentro de um frasco fechado, ou de uma garrafa de plástico fechada, e até pode incluir um papel a informar as pessoas para não consumirem. Assim os animais não acedem ao medicamento, e as pessoas se o acederem é por própria vontade, pois deixa lá a informação que não devem consumir”.

Adquira este novo hábito, não deite nenhum lixo pela sua sanita!

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fonte da imagem: run.unl.pt/bitstream/10362/1142/1/diniz_2005.pdf

A verdade sobre os edulcorantes

Esta semana enquanto fazia as minhas compras e observava os ingredientes de um dos produtos, comentavam comigo que o aspartame era cancerígeno. Portanto pôs mãos à obra e procurei informar-me melhor, esta semana esta é a minha partilha de informação convosco 🙂

O aspartame, assim como a sacarina, o ciclamato, o acesulfame de potássio e a sucralose, são edulcorantes/adoçantes. Um produto pode ter um adoçante ou mais que um.

De todos os edulcorantes referidos, o mais usado é sem dúvida o aspartame. Sendo este constituído por dois compostos das proteínas: o ácido aspártico e a fenilalanina. Estes compostos das proteínas existem nos ovos, queijo, leite, e em menor quantidade na banana.

Ao longo de mais de 30 anos, nunca se provou que os edulcorantes/adoçantes fossem tóxicos e muito menos cancerígenos. Na realidade até são úteis num plano alimentar de redução de peso e de tratamento da diabetes. Estes podem ser:

> adicionados a bebidas, lacticínios e cereais;

> cozinhados, desde que não cheguem a altas temperaturas;

> não devem ser usados em pessoas com fenilacetonuria.

A fenilacetonuria é uma doença genética que provoca nas pessoas a impossibilidade de metabolizar a fenilalanina (um dos compostos proteicos do aspartame), esta é detectada no teste do pezinho. Quando é detectada, as crianças até à adolescência têm de consumir o mínimo de fenilalanina. É importante referir que a quantidade de fenilalanina presente no aspartame é pequena quando comparada com a de outros alimentos proteicos, como, por exemplo, o ovo. Um comprimido de aspartame (por ex: Canderel) tem 11 mg de fenilalanina, já a clara do ovo tem 350 mg. Contudo, estes jovens não devem consumir o aspartame, por isso os alimentos com este aminoácido apresentam no rótulo a frase: “Contém uma fonte de fenilalanina”.

É também importante referir, como medida de precaução, não se deve dar edulcorantes a todas as crianças até aos dois anos de idade, e devem ser dados apenas em quantidades moderadas a crianças em geral.

Adquira este novo hábito, procure informar-se!

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fonte: livro da professora Isabel do Carmo

fonte da imagem: images.google.com